Close Menu
  • Entretenimento
    • Famosos
    • Cinema
    • Cultura
    • Esportes
    • Música
    • TV
  • Lifestyle
    • Beleza
    • Carros
    • Gastronomia
    • Moda
    • Comportamento
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Economia
  • Negócios

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Nem todo procedimento deve ser feito: alta da estética no Brasil expõe excesso e leva profissionais a recusarem pacientes

maio 14, 2026

Alta performance sem método está adoecendo empresas

maio 14, 2026

Empresas ampliam riscos operacionais e patrimoniais ao crescer sem estrutura adequada

maio 14, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Revista Mind
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Entretenimento
    • Famosos
    • Cinema
    • Cultura
    • Esportes
    • Música
    • TV
  • Lifestyle
    • Beleza
    • Carros
    • Gastronomia
    • Moda
    • Comportamento
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Economia
  • Negócios
Revista Mind
Início » Menopausa, hormônios e longevidade: por que o tema ganhou novo espaço entre mulheres
Saúde

Menopausa, hormônios e longevidade: por que o tema ganhou novo espaço entre mulheres

Anna Laitinenmaio 14, 20265 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

A médica Sarina Occhipinti explica como o aumento da procura por terapias hormonais reflete mudanças na forma de discutir envelhecimento feminino, bem-estar e qualidade de vida

A menopausa deixou de ser um tema restrito aos consultórios médicos e passou a ocupar espaço na televisão, nas redes sociais e nas conversas entre mulheres de diferentes gerações. Nos últimos anos, relatos públicos de nomes como Adriane Galisteu, Angélica e Claudia Raia contribuíram para ampliar o debate sobre reposição hormonal, qualidade de vida e envelhecimento feminino.

Ao compartilhar experiências pessoais com sintomas, tratamentos e mudanças no corpo, essas figuras ajudaram a reduzir o tabu em torno de uma fase que, por décadas, foi tratada em silêncio.

A maior visibilidade, no entanto, também trouxe novos desafios. Com a popularização do assunto, cresce o número de mulheres que chegam aos consultórios em busca de soluções semelhantes às adotadas por celebridades, muitas vezes sem considerar que os tratamentos hormonais dependem de avaliação clínica individualizada e acompanhamento médico contínuo.

Para a médica Sarina Occhipinti, o impacto dessa exposição é ambivalente. “Ajuda e atrapalha ao mesmo tempo. Quebrar o silêncio em torno da menopausa é avanço real. Durante décadas, as mulheres envelheceram em segredo, achando que estavam enlouquecendo sozinhas. Quando uma apresentadora de TV fala abertamente sobre reposição hormonal, ela autoriza milhões de mulheres a procurarem ajuda. Isso é inestimável”, explica.

Segundo a especialista, o problema surge quando experiências pessoais passam a ser interpretadas como modelos universais. “O problema é o que vem depois. A paciente sai do programa, chega no consultório e pede o protocolo da Galisteu, o implante da Claudia Raia, a fórmula da Angélica. E aqui mora o equívoco. Terapia hormonal não é roupa de prateleira”, afirma.

Na prática clínica, um dos pontos que mais chamam atenção, segundo a médica, é o tempo que muitas mulheres levam para procurar atendimento. ” que mais me marca é o tempo perdido. A maioria das mulheres chega ao consultório depois de anos sofrendo em silêncio”, destaca.

Ela diz que sintomas como cansaço persistente, insônia, irritabilidade, queda de libido e ganho de peso ainda costumam ser tratados como consequências inevitáveis do envelhecimento. “A menopausa não é o fim da vitalidade feminina. É uma transição endócrina que pode e deve ser conduzida com ciência”, detalha.

O aumento do interesse por terapias hormonais também acompanha relatos de melhora no humor, no desempenho físico e na disposição. Ainda assim, Sarina reforça que os resultados variam de acordo com o histórico clínico, os exames e as necessidades de cada paciente: “Quando a indicação é correta e a dose é individualizada, a melhora costuma ser consistente.”

Ela alerta, porém, para uma percepção distorcida criada pelas redes sociais e pelo consumo acelerado de relatos pessoais. “Existe uma armadilha nos relatos de celebridades. A gente vê o ‘antes e depois’, mas não vê o que aconteceu nos bastidores. Cada mulher responde de forma diferente à mesma molécula”, observa.

O debate ganha ainda mais repercussão quando entram em cena os implantes hormonais, frequentemente associados a celebridades e influenciadoras digitais, como Virgínia Fonseca. Nesse contexto, a discussão passa a envolver não apenas bem-estar e qualidade de vida, mas também limites médicos e segurança terapêutica.

“A diferença é mais profunda do que parece. Não é só ‘creme versus chip’. São filosofias terapêuticas distintas”, esclarece. Enquanto o gel permite ajustes ao longo do tratamento, o implante libera hormônios por meses, sem possibilidade de reversão imediata.

“O problema não é o implante existir, mas a forma como vem sendo usado no Brasil. Frequentemente com doses acima do fisiológico e sem possibilidade de retirada rápida se algo der errado”, acrescenta.

Outro ponto de atenção é o uso de substâncias como testosterona e gestrinona. Segundo a médica, existem indicações específicas para determinados casos, mas o uso indiscriminado pode trazer riscos. “Testosterona em mulheres tem indicação bem delimitada. Não é tratamento para ganho de massa muscular ou estética”, pontua.

Ela também cita a gestrinona, substância que ganhou visibilidade recente nas redes sociais. “Seu uso para fins estéticos ou de performance não tem aprovação da Anvisa e não possui estudos de segurança a longo prazo nessa via”, ressalta.

Para Sarina, a influência de figuras públicas pode acabar estimulando decisões precipitadas e expectativas irreais sobre os tratamentos hormonais. “Esse é hoje um dos maiores riscos da medicina hormonal no Brasil. Hormônio é medicação séria. Pular a etapa de investigação não é praticidade. É risco”, destaca.

Diante do aumento da procura por terapias hormonais, a orientação, segundo ela, é priorizar o entendimento do próprio organismo antes de escolher qualquer tratamento. “Em vez de perguntar ‘qual hormônio eu vou tomar?’, a pergunta certa é ‘o que está acontecendo no meu corpo?’.”

A especialista defende uma abordagem individualizada, baseada em investigação clínica, acompanhamento contínuo e medicina de precisão. “Longevidade feminina é o oposto de protocolo único”, conclui.

(Fotos : Arquivo Pessoal)

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Leia Também

Brasil terá mais idosos que crianças em 2030 este aumento da longevidade impulsiona a busca por dentista em casa

maio 13, 2026

Medo de dentista ainda afasta pacientes e novas tecnologias sem agulha ajudam a mudar esse cenário

maio 11, 2026

Equipamento CPAP: Como Usar Corretamente e Melhorar a Qualidade do Sono

maio 11, 2026
Últimas do site
Beleza

Nem todo procedimento deve ser feito: alta da estética no Brasil expõe excesso e leva profissionais a recusarem pacientes

By Anna Laitinenmaio 14, 20263 Mins Read

Com mais de 2 milhões de procedimentos por ano e crescimento impulsionado pelas redes sociais,…

Alta performance sem método está adoecendo empresas

maio 14, 2026

Empresas ampliam riscos operacionais e patrimoniais ao crescer sem estrutura adequada

maio 14, 2026

Eli Soares renova contrato com a Universal Music Christian Group

maio 14, 2026

Veggari segue linha de Angelique Boyer e Daniela Luján ao falar sobre maternidade

maio 14, 2026

Tayane Dalazen fecha parceria com a Rowa Store e reforça conexão entre moda fitness e lifestyle saudável

maio 14, 2026

Menopausa, hormônios e longevidade: por que o tema ganhou novo espaço entre mulheres

maio 14, 2026

Giovanna Veríssimo aposta em expansão internacional

maio 14, 2026

Tove Lo lança o single “I’m your girl right?” com videoclipe cinematográfico gravado em São Paulo

maio 14, 2026

Lagum chega ao Festival Timbre 2026 com nova turnê e grandes sucessos da carreira

maio 13, 2026

Brasa Festival deve injetar mais de R$ 2 milhões na economia de Uberlândia neste final de semana

maio 13, 2026

Suzy Brasil leva “Uma Noite Horripilante” ao Teatro Riachuelo em única apresentação

maio 13, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Expediente
  • Fale com a Redação
  • Política Editorial
  • Privacidade
  • Anuncie
© 2026 Revista Mind Brasil. Todos os direitos reservados.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.