Close Menu
  • Entretenimento
    • Famosos
    • Cinema
    • Cultura
    • Esportes
    • Música
    • TV
  • Lifestyle
    • Beleza
    • Carros
    • Gastronomia
    • Moda
    • Comportamento
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Economia
  • Negócios

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Regina Nunes participa das festividades em homenagem à Padroeira Sant’Ana, na Zona Norte de São Paulo

julho 28, 2026

Reynaldo Gianecchini e Maria Casadevall voltam aos palcos do RJ com “Um Dia Muito Especial”

julho 28, 2026

Férias escolares no condomínio com mais segurança e menos atritos

julho 28, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Revista Mind
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Entretenimento
    • Famosos
    • Cinema
    • Cultura
    • Esportes
    • Música
    • TV
  • Lifestyle
    • Beleza
    • Carros
    • Gastronomia
    • Moda
    • Comportamento
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Economia
  • Negócios
Revista Mind
Início » Agosto Lilás: quando o combate à violência contra a mulher precisa ultrapassar o calendário
Lifestyle

Agosto Lilás: quando o combate à violência contra a mulher precisa ultrapassar o calendário

Revista Mindagosto 20, 20254 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Mais do que uma campanha, o Agosto Lilás escancara a urgência de combater o machismo estrutural e garantir a autonomia das mulheres

O mês de agosto carrega um símbolo poderoso: o laço lilás. Ele representa a luta contra a violência doméstica e familiar, em uma campanha nacional que busca dar visibilidade a uma realidade alarmante e, muitas vezes, silenciada. O chamado Agosto Lilás ganha fôlego a cada ano, mas os números continuam a gritar por atenção.

Dados divulgados recentemente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que 1.492 mulheres foram assassinadas em 2024 apenas por serem mulheres. Em 70% dos casos, os autores foram seus companheiros ou ex-companheiros. Também já ultrapassamos, somente este ano, a marca de um milhão de denúncias de violência doméstica.

Mas esses números estão longe de mostrar o todo. Muitos feminicídios ainda não são corretamente tipificados como tal, e milhares de mulheres seguem sem denunciar seus agressores. O medo, a descrença na Justiça, o vínculo emocional com o agressor e, principalmente, a dificuldade de reconhecer as violências sutis — as chamadas microviolências — contribuem para esse silêncio.

“A violência contra a mulher está enraizada em um modelo social que normaliza o controle e a dominação masculinas. É um sistema que ensina desde cedo que o homem tem autoridade e que a mulher deve se submeter”, afirma a psicóloga clínica Luanna Debs. “O machismo não começa com o tapa. Ele começa nas palavras, nas piadas, na tentativa de deslegitimar o que a mulher sente ou pensa.”

De acordo com a psicóloga, o enfrentamento à violência precisa ultrapassar o simbolismo do mês de agosto. “Não basta apenas denunciar os casos mais graves. Precisamos nomear o que acontece antes disso. Quando uma mulher é controlada financeiramente, quando é desmoralizada, silenciada, manipulada, isso já é violência. E se não for interrompida, pode chegar ao feminicídio”, alerta Luanna Debs.

O cerne da questão, segundo especialistas, está no que se convencionou chamar de machismo estrutural — um sistema cultural que molda a maneira como homens e mulheres se relacionam e ocupam espaços sociais. “Às mulheres, é atribuída a função de cuidar, de servir, de se calar. E Aos homens, a permissão para dominar, corrigir e controlar para obter das mulheres essa servidão e cuidado. Essa lógica precisa ser quebrada com informação e educação”, reforça Luanna.

A campanha Agosto Lilás, apesar de simbólica, tem o papel de despertar a sociedade para uma pauta que deveria ser permanente. É necessário que o debate sobre violência contra a mulher esteja presente nas escolas, nas famílias, nas empresas, nas políticas públicas e no sistema de justiça — não apenas durante um mês do ano.

Para transformar essa realidade, especialistas defendem seis frentes principais:

– Conscientização contínua de homens e mulheres sobre as múltiplas formas de violência;
– Nomeação e combate às microviolências;
– Acolhimento e apoio psicológico às vítimas;
– Incentivo à denúncia;
– Cobrança de políticas públicas eficazes de prevenção e proteção;
Promoção da autonomia das mulheres.

“Autonomia não é luxo, é sobrevivência”, conclui Luanna Debs. “Sem acesso à informação, a violência é naturalizada. Sem autonomia — seja emocional, psicológica, financeira ou social —, muitas mulheres não conseguem sair de relações abusivas. É essa conscientização de homens e mulheres, junto com a construção da autonomia que salva vidas.”

O Agosto Lilás, portanto, não é apenas um alerta. É um pedido de urgência. É um apelo para que a luta das mulheres pela dignidade e pela vida não seja lembrada apenas quando a cor lilás ganha destaque ou quando uma mulher perde a vida física. É um chamado para que essa luta nunca mais saia de cena.

Serviço

Agosto Lilás: quando o combate à violência contra a mulher precisa ultrapassar o calendário

Psicóloga Luanna Debs

Contato: (62)985212994

Instagram: @debsluanna

Fotos : Daniel Rodrigues

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Leia Também

Férias escolares no condomínio com mais segurança e menos atritos

julho 28, 2026

Copa do Mundo pode aumentar conflitos em condomínios, alerta uCondo

julho 2, 2026

Como o frio muda a relação das pessoas com a casa e fortalece o consumo de experiências sensoriais

junho 24, 2026
Últimas do site
Famosos

Regina Nunes participa das festividades em homenagem à Padroeira Sant’Ana, na Zona Norte de São Paulo

By Revista Mindjulho 28, 20262 Mins Read

Celebração na Basílica de Sant’Ana reuniu mais de 40 mil pessoas e reforçou uma das…

Reynaldo Gianecchini e Maria Casadevall voltam aos palcos do RJ com “Um Dia Muito Especial”

julho 28, 2026

Férias escolares no condomínio com mais segurança e menos atritos

julho 28, 2026

Trajetória de Gisele e Daniel que conquista os palcos do mundo e ecoa em alto mar

julho 28, 2026

Promotor de Justiça aposentado, Roberto Nogueira consolida atuação como referência em estratégia de crédito e inteligência financeira

julho 28, 2026

Xande de Pilares, Karinah Gustavo Clarão, Gilson Bernini, Beto Savanna e Felipe Mussili estreiam neste sábado (1), nas eliminatórias de samba-enredo da Mangueira 2027

julho 28, 2026

Reputação digital acelera negócios

julho 28, 2026

Memórias que empreendem

julho 28, 2026

MC Leozinho ZS transforma vivências da periferia em manifesto de superação no álbum “Na Contra Mão”

julho 28, 2026

Kiko Continentino faz concerto de aniversário com nomes de peso da MPB

julho 28, 2026

Cuiabá recebe projeto nacional de descoberta de talentos para moda, publicidade e entretenimento

julho 28, 2026

Araraquara recebe projeto nacional que revela novos talentos da moda e da publicidade

julho 28, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Expediente
  • Fale com a Redação
  • Política Editorial
  • Privacidade
  • Anuncie
© 2026 Revista Mind Brasil. Todos os direitos reservados.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.